Uma poeta que foi para o céu

ceu

Enquanto escrevo, 
Encho-me de alegria. 
Enquanto penso, 
Transbordo palavras. 
Enquanto espero, 
Aquieto-me no silêncio

Esse é Transbordar, poesia de Maria Cecília de Oliveira Castro.

Seu nome me chamou a atenção numa das páginas do Correio Braziliense, que noticiava ontem o falecimento da poeta aos 48 anos, vítima de três infartos.

A triste e comovente nota da partida de Ciça, carinhosamente assim chamada, contava um pouco de sua história. Ela residia com os pais e cozinhava maravilhosos pratos. Além de temperar o mundo com sua sensibilidade literária, nossa poeta candanga também distribuía sabores em seus preparados cuidadosamente feitos para a família. A gastronomia era sua segunda paixão.

Infelizmente não a conheci, porém quis prestar uma simples e delicada homenagem póstuma a ela.

Quem escreve palavras tão doces melhora o mundo. Ciça fez sua delicada parte.

Vá em paz querida escritora…

(Adriana Araf)

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