Uma Lágrima de Mulher

Do primeiro romance de Aluísio de Azevedo, Uma Lágrima de Mulher (1880):

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“A mãe revela em tudo a maternidade, seja ela a mãe de Cristo ou a mãe de um leão: entre a brandura celestial da santa e a ferocidade mundana da leoa está esse sentimento sublime, o de ser mãe. Esse amor incomparável que tudo pode, tudo vence, tudo desbarata para salvar o filho. Pende para uma das extremidades, pende para outra, seja divina ou bestial, lá está a mãe – ora comove pedras com as lágrimas de anjo, ora vence gigantes como as garras da fera; ora pede de joelhos, ora ameaça com as unhas; ora suplicante; ora ameaçadora; mas simplesmente imponente, sempre sublime, sempre mãe!”

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