Sobre a tolerância

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(…) Em dias atônitos, seu ou dos outros, trabalhe sua tolerância. E em dias calmos também. Se você olhar para trás vai perceber (e se convencer) que quase tudo de contrário que te aconteceu o foi por falta de tolerância. Labora fortemente isso. Seja forte nisso e vença seus excessos para se manter grande diante dos fatos tidos como contrários aos seus pensamentos e percepções. Isso requer treino e uma boa dose de coragem. Começa com a lição quase besta de tão óbvia de que o mundo se soma e cresce pelas diferenças. Aí está o charme, o divino, o despertar, o sagrado, o bom da vida. Como grade meio, temos a disciplina de não colaborar apenas com o “igualzinho” e o predefinido, já que as diversidades necessitam de harmonia e espaço. De resto, viva. Você veio de uma forte mistura de crenças, desejos, experiências. Você não é cultura única, considerando que a cultura é multiforme. Empenhe-se em prol de uma postura de bem-querer ao que te apresenta estranho. Isso vai colaborar com seus avanços espirituais e mentais. O diferente te ensina. O igual é manutenção (…)”.

(Adriana Araf)

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