Saudade é dor estranha

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Saudade é dor estranha, permanente. Nunca vai. Está na alma e não no corpo, muito embora o corpo a traduza. Saudosos, ficamos emocionais demais, os olhos marejam, perdemos o viço do caminhar atento. Saudade bate, agride, arromba nossa integridade física sem sangrar. Saudade não vai embora. É uma companhia invisível, que insiste em nos dizer coisas. Saudade é um adeus sussurrado que o coração não escuta.

(Adriana Araf)

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