Passado o tempo eclesiástico de algumas coisas, veio o tempo de externar meus agradecimentos. E minha fé naquilo que eu senti, vivi, olhei, enxerguei, me emocionei e despertei. Reuni, em pensamento, todas as pessoas que oraram por mim, de todas as religiões, igrejas, crenças, movimentos, templos, agremiações. De uma vez só, dentro de mim, houve a mais perfeita reunião. Messiânica, Testemunhas de Jeová, Católicos, Espíritas, Evangélicos, Seicho-no-iê, Perfect Liberty, Metodista, Presbiteriana, Hare Krishnas, Mórmons, Batista, Luterana, Pajés, Ortodoxa. Em harmonia, agradeci e todos me falaram como foram e como são seus momentos de orações e meditações (cultos, missas, sessões, reuniões).

Diante de tanta gente caridosa e generosa, indaguei “Quem é católico, levante o braço”. Muitas e muitas pessoas. Agora, “Quem é Evangélico levante as mãos para cima”. Nossa. Mais de centenas. Pois bem, “Agora os membros da Messiânica”. Uma grande movimentação aconteceu. Idem ortodoxos, hrishnas, presbíteros. Depois eu disse, quem acredita Naquele que nos fortalece; na Força Superior; Naquele que nos ajuda a caminhar nosso caminho; no Justo; na Luz que Protege; Naquele que nos assegura que nada nos faltará; No Senhor dos Mares e dos Céus; Na Bondade Superior; No Pai Onipotente, Onipresente e Onisciente; na Acolhida Suprema? TODOS levantaram as mãos de uma vez. Que festa linda. Todos somos, no jardim universal, girassóis olhando para um único SOL. DEUS é um só. Absolutamente.

Luz para o seu dia. Dentro e Fora.

Fora, o tempo ajuda; dentro, você é quemdeve se ajudar….

(Adriana Araf)

 

 

“Em períodos de escuridão nossa sensibilidade aumenta. Como nada enxergamos, como nos é tirada a direção, nossos passos precisam ser escutados, nosso coração tem seu movimento acompanhado, nossos ouvidos escutam sons diferenciados. Em tais épocas áridas conseguimos enxergar muito além do que a nossa pequena visão de mundo permite.”

(Adriana Araf)

“Se algo insiste em não estar bom pra você, não insista mais. Pegue seu boné e “on the road”. Sempre haverá outras pessoas, outros lugares, outros trabalhos, outras paixões que parecerão pra vida toda. Outros projetos melhores, piores ou simplesmente diferentes daqueles aos quais você se acostumou.Acostumar é um vício que deve ser enfrentado.” (Jorge Luís Borges)

 

“O fim duma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que já se viu, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite, ver com sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava.
É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.”
(Saramago)

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