Uma passagem, A Sabedoria dos Lobos

(…) Muitas vezes as canções e lendas dos povos antigos celebravam as incríveis capacidades do lobo. São elas: a observação, a concentração num objetivo, o trabalho em equipe, a curiosidade, a atenção aos detalhes e a inexorável paciência que fazem com que o lobo seja bem sucedido em suas investidas. Quando acreditamos verdadeiramente que a realização está na jornada e não no seu desfecho, estamos no bom caminho em prol da arte da paciência. A essência da paciência é aceitar o ritmo natural da vida e não tentar fazê-la aderir ao que é imposto (…)

(De Twyman. L Towery,  em seu A Sabedoria dos Lobos)

Desejos sutis

“Que a gente se livre dos pensamentos ruins, das escolhas erradas, das feridas que não fecham, das pessoas amargas, do vício de reclamar, da insensatez, dos impulsos contrários, da falta de sensibilidade, da ausência de fé, do consumismo exacerbado, da insônia e dos tormentos da alma.”

RR

É Proibido

É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo

Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos

Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam

Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino

Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar

Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua

Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida

Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade

Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

(Alfredo Cuervo Barrero)

 

Leitura amena sobre a alma infantil

Ganhei de presente um livro simples de um homem simples, Alício, que me conheceu na infância. O belíssimo livro, “Quando eu voltar a ser criança“, de autoria de Janusz Korczak, me trouxe muitas alegrias e reflexões.

Pesquisei sobre o autor e fiquei encantada com sua biografia. Veja em http://www.beth-shalom.com.br/artigos/korczak.html

O Velho Doutor, como ficou conhecido Korczak, foi médico pediatra, pedagogo, escritor, ativista social e oficial do Exército. Inovador,  preconizava que “reformar o mundo quer dizer reformar a educação”. Em seu diário, encontrado em 1942,  foi seu registro “Eu existo não para ser amado e admirado, mas sim para que eu mesmo aja e ame”. 

Eis uma das pensatas, das muitas inseridas ao longo da obra, onde há uma indagação sutil: “Tem um provérbio que diz que o sábio cede diante do tolo. Mas quem é capaz de me mostrar um sábio?”. 

Recomendo o livro.

Recomendo que você também volte a ser criança quando o adulto estiver cansado.

Adriana Araf

 

O que podemos aprender sobre o valor das coisas

Li em um site sobre conteúdos financeiros. Penso que as palavras finais do artigo do executivo Mark Ford podem servir para a vida em si. Gostei. Sábias.

No resumo, preencha sua vida com experiências gratificantes e não com coisas. Tenha histórias para contar e não coisas para mostrar ou acumular.

Adriana Araf

“É um erro pensar como eu pensei quando era jovem. Só porque experiências terminam, não significa que o prazer que elas proporcionam terminará. O oposto parece ser verdade, pelo menos, com experiências intensas. Em geral, elas parecem proporcionar mais felicidade do que a compra de coisas materiais.

Segundo: a satisfação que se sente com a compra de bens materiais não está diretamente relacionada à felicidade. Você pode sentir que a compra de uma casa, de um barco ou de um carro foi boa, mas talvez ela não traga um pingo de felicidade à sua vida.

Terceiro: a quantia de dinheiro que você gasta em uma experiência não tem nada a ver com a felicidade que ela proporciona. Muitas experiências que não custam nada podem produzir dividendos duradouros.

Para ter uma vida rica é preciso ter uma mente rica. E a mente rica reconhece que nem sempre gastar dinheiro com coisas trará felicidade. A mente rica prefere gastar dinheiro em experiências, mas ela também reconhece que, quando o dinheiro é gasto em um objeto material, esse objeto pode trazer felicidade, se for usado e apreciado ao longo dos anos.”

Fonte: Site Criando Riqueza


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