Uma personalidade discreta

 

Gostei da tradução da música Only time, Enya.

Sobre ela, cujo último álbum foi lançado em Novembro de 2015 depois de uma pausa de 07 anos sem gravar, reportagens noticiam que atualmente mora no sul de Dublin, Irlanda, vivendo quase reclusa. Em 17 anos de carrreira, Enya soma  mais de 65 milhões de cópias vendidas.

Uma das matérias diz:

Ninguém parece saber onde Enya está. Ela emergirá através de uma névoa celta em uma planta entrelaçante? Falar sem ser vista das profundidades de um eco misterioso? Ou não aparecer?

De repente, ela está na sala e, ao invés do antecipado frio, há um gentil cumprimento de mão e uma doce voz de Donegal. Aos 53, Enya parece muito bem, vestida em seu habitual preto com um crucifixo vermelho. Beleza desse estilo não pode ser escondida. Então por que vemos tão pouco dela?

“Eu sou uma pessoa muito tímida”, diz, se sentando em uma poltrona. “Se eu apareço, é por causa da música, não porque quero ser vista.”

Nunca casou, não tem filhos e o relato de possíveis relacionamentos românticos é incompleto, para não dizer o de menos. Atualmente, ela mora sozinha no belo castelo de 165 anos próximo ao mar em Killiney, um distrito de Dublin.”

fonte: http://lesien.free.fr/articles/amar_art01_18.htm

SÓ O TEMPO 

Quem pode dizer para onde vai a estrada?

Para onde o dia flui? Só o tempo.

E quem pode dizer se o seu amor cresce

conforme seu coração deseja? Só o tempo.

Quem pode dizer por que seu coração ainda suspira

conforme seu amor passa? Só o tempo.

E quem pode dizer por que seu coração ainda chora

quando seu amor mente? Só o tempo

Quem pode dizer quando os caminhos se cruzam

e que o amor deve estar em seu coração?

E quem pode dizer quando o dia termina

se a noite guarda todo o seu coração?

Quem pode dizer para onde vai a estrada?

Para onde o dia flui?

Só o tempo.

Quem sabe?

Só o tempo.



 

Leitura sensível

Adquiri hoje, nesse mês de Maio que nos aproxima do meio, A Filosofia Explica as Grandes Questões da Humanidade, de Clóvis de Barros Filho e Julio Pompeu.

Contendo 194 páginas, aborda assuntos relevantíssimos, como O que faz um homem justo e Quem somos nós?

Gosto bastante de ler sobre Justiça, sabendo não tratar-se de um conceito móvel e opinativo. O justo é tão belo.

Quero sentir agora, na temática, o que os autores pensam.

(Adriana Araf)

Lista de prazeres literários

 

Uma lista de 35 obras imperdíveis que a revista Time compilou, depois da pesquisa pontual sobre “qual o livro que todas as pessoas deviam ler pelo menos uma vez na vida”.

Eis as indicações:

Zen and the Art of Motorcycle Maintenance, de Robert M. Pirsig

Era Uma Vez em Watership Down’, de Richard Adams

- A Última Aula, de Randy Pausch and Jeffrey Zaslow

Breve História de Quase Tudo, de Bill Bryson;

Em Busca de Sentido, de Viktor Frankl;

A Guerra Eterna, de Joe Haldeman;

Cosmos, de Carl Sagan;

Bartleby, o Escriturário, de Herman Melville;

Maus: A Survivor’s Tale, de Art Spiegelman;

Por Quem os Sinos Dobram, Ernest Hemingway;

Kafka à beira-mar, Haruki Murakami;

O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry;

A Estrada, de Cormac McCarthy;

100 Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez;

A Leste do Paraíso, John Steinbeck;

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie;

Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski;

Os Irmãos Karamazov, de Fiódor Dostoiévski;

O Estrangeiro, de Albert Camus;

Dune, de Frank Herbert;

Crónica de uma Serva, de Margaret Atwood;

Anne de Green Gables, de L. M. Montgomery;

Fahrenheit 451, de Ray Bradbury;

A Árvore Generosa, de Shel Silverstein;

Na Sombra e no Silêncio, de Harper Lee;

 Revolução dos bichos,  de George Orwell;

A Oeste Nada de Novo, de Erich Maria Remarque;

O Conde de Monte Cristo’, de Alexandre Dumas;

Blade Runner – Perigo iminente, de Philip K. Dick;

Artigo 22, de Joseph Heller;

Matadouro 5, de Kurt Vonnegut;

À Boleia Pela Galáxia, de Douglas Adams;

Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley;

Flores para Algernon, de Daniel Keyes;

1984, de George Orwell.

 

fonte: Blog Narrativa Diária

Mesmo ímpar

O óbvio

Adorei conhecer esse provérbio italiano. Bastasse incorporá-lo, não se teria tantas trapaças.

“no fim do jogo, peões e reis voltam para a mesma caixa”

(Adriana Araf)


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