É o amor que nos ocupa

“É o amor que nos ocupa. Se há espaços, aqueles vazios existenciais, todos estão apenas aguardando ansiosamente a chegada do nobre sentimento. Arrume a sala interior da sua alma, deixe-a aconchegante. Uma batida na porta e pronto. Sem pedir licença, ele entra e faz a festa, sentindo-se completamente em casa como se nunca tivesse morado em outro lugar.”

(Adriana Araf)

A busca pela felicidade pode ser o contrário do que você pensa

Gostei do artigo:

Psicólogo de Harvard explica como a busca pela felicidade pode ser o contrário do que você pensa

Shawn Achor é um pesquisador da Universidade de Harvard especialista em investigar a conexão entre felicidade e sucesso. Ele acredita que as pessoas podem – e devem – ser felizes. E para isso criou o Goodthink Inc., onde ele divide tudo o que descobriu em mais de 12 anos de pesquisa de uma maneira prática e interativa. O psicólogo acredita que a felicidade não é consequência do que acontece no exterior, e sim da maneira pela qual enxergamos esses acontecimentos.

Ele usa os próprios estudantes de Harvard como exemplo. Apesar da felicidade por  entrar e estudar em uma das maiores instituições educacionais do mundo, pouco depois esse sentimento é totalmente engolido por problemas, dificuldades acadêmicas, reclamações, etc.

Dessa maneira, Shawn afirma que apenas 10% da nossa felicidade depende do mundo externo. Os outros 90% dependem exclusivamente da maneira como você enxerga a realidade. É como se tivéssemos uma lente que condiciona a maneira que o nosso cérebro lida com as coisas. E ele vai além, afirmando que apenas 25% do seu sucesso profissional depende da sua capacidade (QI, habilidades técnicas, etc.) Os outros 75% dependeriam do comportamental, ou seja, do seu nível de otimismo e da sua capacidade de enxergar desafios como aprendizados e não problemas.

Com esses exemplos, a conclusão é que devemos inverter alguns pensamentos que rondam o inconsciente coletivo e pessoal. Coisas como “se eu trabalhar muito, vou conseguir tal coisa e então serei feliz”. Até que você chega lá e descobre que a tal coisa não te trouxe a felicidade esperada.

E aí? Você precisa trabalhar a favor da felicidade, e não contra.

A dica do especialista para começar a programar seu cérebro nesse novo sentido é fazer alguns exercícios durante 21 dias consecutivos.

Coisas como: – Exercitar sua gratidão ao listar três coisas pelas quais você se sente grato todos os dias; – Escrever sobre pelo menos uma experiência bacana que você teve durante o dia; – Meditar e exercitar o corpo e a mente; – Realizar pequenos atos de gentileza.

Depois de 21 dias, seu cérebro seria então capaz de enxergar o mundo de uma maneira mais positiva.

Vale a pena conferir o que ele mesmo diz sobre isso no seu TED Talk (um dos mais acessados do mundo) e tirar suas próprias conclusões: http://inquietaria.99jobs.com/psicologo-de-harvard-explica-como-a-busca-pela-felicidade-pode-ser-o-contrario-do-que-voce-pensa/

fonte: Roberta Fernandes, http://inquietaria.99jobs.com

Roteirinho Básico

Chegou para mim uma espécie de roteiro para condução das coisas da vida:

  • Até que ponto isso é importante?
  • Escute mais e aprenda mais sendo assim.
  • Pensar amadurece o pensamento.
  • Tentar viver um dia de cada vez. Viver já seria um estágio humano maior.
  • Só por hoje eu vou me cuidar.
  • Primeiro as primeiras coisas.
  • Mantenha a calma. O resultado será outro.
  • Mantenha-se simples. A simplicidade é o segredo do melhor.
  • Que comece por mim…
  • Viva e deixe viver. Ninguém é seu.
  • Mantenha a mente aberta e permanentemente sintonizada com teu coração.

No lugar do outro

“A empatia é também um comportamento natural do ser humano. Quando vemos alguém em sofrimento, o nosso cérebro reage, em certa medida, como se nós mesmos estivéssemos a sofrer. Essa resposta não se situa apenas na amígdala, onde são armazenadas as memórias emocionais, mas, também, naquelas áreas do córtex responsáveis por analisar o comportamento dos outros. Acionamos as nossas próprias experiências relacionadas com a dor e o sofrimento e as estendemos ao sofredor da causa. Conseguimos, assim, ser amáveis sendo mais humanos.”

(do Estamos todos completamente fora de nós, de Karen J. Fowler)

Sim, há


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