O ouro das relações

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Hoje li que “a solidariedade, como valor, deriva da consciência e implica na obrigação moral de NÃO FAZER AOS OUTROS O QUE NÃO SE DESEJA QUE LHE SEJA FEITO, onde cada um, seja o que for que possa querer, deve fazê-lo pondo-se de algum modo no lugar de qualquer outro. É a REGRA DE PRATA.

A REGRA DE OURO, das maravilhas ensinadas por Jesus Cristo, um verdadeiro princípio fundamental, é positiva no sentido de “FAZ AOS OUTROS O QUE DESEJAM QUE TE FAÇAM”.

Já a REGRA DE BRONZE, pobre em sua ordem, diz “FAZ AOS OUTROS O QUE TE FAZEM”.

De outro lado, aquela que nem deveria existir, a REGRA DE FERRO, que é muito inferior eticamente e causa estragos nas relações humanas, e assim prescreve “FAZ AOS OUTROS O QUE QUISERES ANTES QUE TE FAÇAM O MESMO.”

O que foi, simplesmente foi…

passado

“O ser humano deve aprender a aceitar o que não está em suas mãos modificar. Uma dessas coisas é o PASSADO.

Reagir contra ele é não aceitar o que já foi e o que não poderá mais ser modificado. A única coisa que se pode fazer nessas situações de tristeza perante os dias que se foram é libertar-se e trabalhar para um presente mais satisfatório e um futuro que será fruto dessas satisfações.

Aceitar o passado é deixar de reagir contra o presente. E aproveitar a chance de vivê-lo melhor.

O passado é água parada. O presente é água corrente. O futuro é o desaguar no mar.

Assim se pode compreender o passado e o presente. Harmonizar os momentos com uma forte dose de amor-próprio.

É inútil reagir contra a história, pretender que a vida e os seres humanos tenham sido diferentes. Aceitar o passado é aceitar os fatos da vida. Ao aceitá-lo, ao deixá-lo para trás com suas teias, encontra-se a paz.

Sem aceitar, a ação é uma reação e perde-se muito tempo do presente com isso. Atuar por reação é agregar mais cadeias às que já existem, mais grilhões aos seus pulsos e ao seu coração. É somar dor a dor e sofrer dores novas duplicadas.

Aceitar o passado que não pode ser modificado é dar liberdade ao seu interior.

E, sem liberdade interior, não há alegrias internas. E nem externas.”

 

Para pensar

menina

Foi a frase de abertura de um desenho animado que passou hoje na TV:

“Pela lei da física, seria impossível uma abelha voar. As asas leves não segurariam o seu corpo gordinho. Porém, as abelhas não sabem disso. E voam, e trabalham, e não se cansam de dar rasantes para a distribuição da vida. Aliás, elas não estão nem aí para o que o ser humano acha impossível.”

 

Reflexo…

espelho

“Observe: o que você vê do lado de fora, é o que está dentro de ti.”

(Adriana Araf)

O solo e a lida

linda menina

“A vida é um permanente solo.

Um plantar agora e um colher lá na frente.

Cuida bem da sua semeadura para que bons frutos possam alimentar a grande lida.”

(Adriana Araf)


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