Lendo “Diários de Adriana”, de José Saramago, uma reflexão sobre uma das passagens “Ter não é possuir, pelo simples fato de que podemos ter até aquilo que não desejamos.

A posse recai apenas sobre o ter e o que impacta a alma humana é o possuir, o usufruir, a vontade perfeita.

O resto não passa de veleidades”.

O dia de hoje vai ecoar por toda a eternidade. Isso independe de sua vontade.

Agora, sua melodia vai depender de suas atitudes e, com o raiar do sol, a partitura da vida é colocada em suas mãos.

(Adriana Araf)

 

Pessoas chegam, pessoas vão embora.

Há uma rotatividade grande em toda a nossa existência.

Então, prestigia com amor quem permanece.

E mais ainda quem nunca partiu, mesmo indo embora…

(Adriana Araf)

 

Se quiseres dizer muito, fale pouco. Se quiseres dizer mais, fale menos. Se quiseres falar mais ainda, fique em silêncio, que você transmitirá tudo o que pretendia. O supérfluo verbal centra-se naquilo que foi dito e que não precisava.
As coisas mais importantes não se expressam por palavras, não precisam de defesa e nem de acusações verbais.
Elas vão ser sentidas intensamente no amor que as deu origem.
Feliz Rosh Hashaná para você que, no melhor de sua quietude e equilibrio, tem um ano inteiro te esperando para ser apreciado em doces expressões.
(Adriana Araf)

Quando o mar está revolto, melhor ficar no porto e aguardar a tempestade de emoções passar.

Pode até ser que você fique na solidão da praia, mas não é prudente lançar-se ao mar.

Fique paciente como a areia, que aguarda a onda calma vir até ela e mudar seus grãos de lugar.

 

 

 


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