Às vezes temos que deixar que a vida se encarregue dos detalhes.

E muitas vezes do principal também…

(Adriana Araf)

 

Dormir: mereço.

Acordar: agradeço.

(Adriana Araf)

tedio-em-casa

É de Walter Riso, a delicada leitura:

“O amor saudável é um amor apoiado na dignidade humana, na convicção de que uma boa relação favorece o desenvolvimento do potencial humano do outro e o reafirma. Sim, se amamos o outro, queremos que e le se desenvolva. O amor saudável nasce de um sentimento apreciado e vital, que não se corrompe com facilidade. É fonte de energia, de alegria e de ternura. É desejo, admiração e companhia. E tesão, na fonte, mas não fonte primária. Não é um amor perfeito, mas sim valorizado e estimado, sem pretensões de que o outro seja perfeito e celestial. Amor terreno e justo e que leva em conta as fraquezas do outro. Sim, o ser amado tem fraquezas e isso faz aumentar o nosso compromisso de auxílio. Amor é auxílio. Amor bem calculado, sem desvalorização, cotado na justa medida, próximo, precioso, respeitado, mas não indestrutível. Nenhum amor humano é todo-poderoso, mas amar é exercer humanidade, sentir-se capaz de conviver com as diferenças. O amor saudável não é um amor completo e definitivo de uma vez por todas; ao contrário, precisa ser regado com reinvenções da rotina. O amor saudável é uma bela mistura da razão e da emoção a serviço de uma vida aprazível a dois.”

tumblr_mmblvkL6nq1rmvg8ho1_500

“Diários de Adriana”, de Saramago

Ainda com Saramago, em “Diários de Adriana”, em Claraboia, minha reflexão sobre a personagem: “Adriana segue sonhando sua vida como algo sem fim, um sonho sem assunto da qual não quer acordar, um sonho todo feito de nuvens que passam silenciosas encobrindo um céu que ela esquecera por ter seus pés fincados demais na terra.
Ainda na terra ela está, com a graça de Deus, mas seus olhos, ah seus olhos, estão ardentes de tanta luz, vinda de cima. E o coração também.”
Gostei de Adriana, de Saramago. Nobel. Melhor reconhecimento não poderia existir. Fiquemos com a inspiração da literatura…

Lendo “Diários de Adriana”, de José Saramago, uma reflexão sobre uma das passagens “Ter não é possuir, pelo simples fato de que podemos ter até aquilo que não desejamos.

A posse recai apenas sobre o ter e o que impacta a alma humana é o possuir, o usufruir, a vontade perfeita.

O resto não passa de veleidades”.


Página 134 de 140« Primeira...102030...132133134135136...140...Última »