Uma linda amiga minha recebeu o resultado de seu exame médico. Negativo e tudo não passou de um grande susto.
Dividiu essa alegria comigo.
Fiquei pensando demais nisso, nas dádivas diárias que recebemos.
Por esses tempos, LUTEI demais pela minha vida e ficar entre a vida e a morte meu deu outro sentido da própria vida: de saber que não temos tanto tempo assim como pensamos; de que o partir pode se dar a qualquer momento; que Deus nos abençoa em tudo e o que vale é o amor.
Simples assim.

Quantas respostas você espera nesse momento?

Faça novas perguntas sobre as situações.

Com isso, você vai descobrir que não quer um monte de coisas das quais estava esperando ansiosamente.

(Adriana Araf)

 

Trégua

Você não desmorona, desintegra-se, esfacela-se ou fica louco se der uma trégua para sua vida em momentos de muitas exigências (suas – as piores, dos outros e da “sociedade”).
Ao contrário, dando-lhe uma trégua, como reconhecimento de sua necessidade de permanecer com um pouco de paz no meio do caos,  é que você começa a se reorganizar de forma mais amena, mais produtiva, chamando novas visões para o que te perturba.
E isso não significa fraqueza ou decisões não tomadas. Significa apenas que você é humano, tem emoções e que sua alma precisa de descanso. Ausência de respostas, quando perguntado, não compromete ninguém.
Depois a vida te chama e você sai do sutil descanso e passa a lutar as suas lutas. A vencer. A perder.
(Adriana Araf)

Você pode mudar seus sentimentos ao mudar seus pensamentos.

Tenha certeza absoluta disso.

(Adriana Araf)

 

A vida é essa soma de prazeres e de deveres. De um lado, o prazer que, ao ser pouco exercido (ou sentido!), destempera a vida. De outro, o dever,  aquela agenda permanente que nos invoca compromissos e comportamentos.

Quanto prazer há em não cumprir um dever:“Devo fazer, não nego, faço quando puder.”

(Adriana Araf)

 


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