As pessoas podem ser possibilidades de paz

As pessoas podem ser possibilidades de paz.

Paz viva, formatada, quente, acolhedora, gentil, risonha. Paz com olhos e braços. Com cheiro.

Preste atenção nelas.  Quando você se der conta disso, você vai passar a amá-las.

(Adriana Araf)

Assim, um segredo em cochicho que ninguém precisa saber: você já chegou até aqui, então, a-p-r-o-v-e-i-t-a!

(Adriana Araf)

 

O seu não vai te preservar de tanta coisa. Nossa.

Mas, há um detalhe significativo: não estamos aqui para sermos preservados.  Estamos aqui, digamos, para acontecer o tempo todo.

(Adriana Araf)

 

Noites…

As noites sempre me foram, assim, mais atraentes.
É nela que baixamos nossa pressão, são elas que transformam todos os gatos em pardos, que nossa expressão muda e ficamos ao alcance da penumbra.
Noites são desejadas, ajeitadas, reveladoras, insinuantes.
E elas não traduzem ausência de luz, até mesmo porque é pela noite que detectamos os brilhos, pois eles não competem com o sol.
Também, de noite, que velas acesas inundam os ambientes e refletem quartas intenções.
Noites são assim, indecifráveis.
De dia, as coisas são rotineiras; à noite, as coisas acontecem. E causam.
Uma moça, querendo ser seduzida, disse a ele “Não me chame para almoçar”…
(Adriana Araf)

Coragem é aquela sensação de “eu posso”. Mas, sensivelmente, precisa estar atrelada à sensação do “eu quero”. Audácia ou impáfia? Todos nós somos corajosos de algum modo e em muitas épocas de nossas vidas, desde os primeiros passos quando largamos as calorosas mãos maternas, até o “começar de novo” quando, sem grana, sem orientes e nem ocidentes,  sem eira nem beira, admitimos “Posso ser feliz de novo”.
Associe a sua coragem às oportunidades. Cuidado: elas passam e aí sua coragem fica lânguida esperando, esperando. Bravura e destemor. Ousadia e taquicardia pelo inesperado que precisa ser feito. E deve, pois somos reuniões festivas de satisfação.
Como eu me encho de coragem para fazer as coisas? Pergunta sem fórmula, porém com alguns ingredientes básicos (e bem óbvios): força e vitalidade para o seu corpo (você vai precisar dele tinindo); mente e espírito harmoniosos; amigos (cerque-se deles para sua sustentação); aterramento da situação (sim, coragem em flocos não combina); sono (horas para se recuperar da batalha do rompimento) e amor, um dos combustíveis que mais estimulam a coragem. Passado o tempo, erros e acertos, um bom vinho para comemorar as suas ATITUDES, mesmo que elas não tenham os  resultados esperados (ah, coragem passa pela condição de esperar muito; aprenda a dosar isso). Respire fundo, levante a cabeça e, assim, vá fundo. E se o “fundo” que você mergulhou for raso, pense na sensação do mergulho nas coisas. Ela vai te recompensar e te dar muita vontade de fazer tudo de novo.”

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