Trégua

Você não desmorona, desintegra-se, esfacela-se ou fica louco se der uma trégua para sua vida em momentos de muitas exigências (suas – as piores, dos outros e da “sociedade”).
Ao contrário, dando-lhe uma trégua, como reconhecimento de sua necessidade de permanecer com um pouco de paz no meio do caos,  é que você começa a se reorganizar de forma mais amena, mais produtiva, chamando novas visões para o que te perturba.
E isso não significa fraqueza ou decisões não tomadas. Significa apenas que você é humano, tem emoções e que sua alma precisa de descanso. Ausência de respostas, quando perguntado, não compromete ninguém.
Depois a vida te chama e você sai do sutil descanso e passa a lutar as suas lutas. A vencer. A perder.
(Adriana Araf)

Você pode mudar seus sentimentos ao mudar seus pensamentos.

Tenha certeza absoluta disso.

(Adriana Araf)

 

A vida é essa soma de prazeres e de deveres. De um lado, o prazer que, ao ser pouco exercido (ou sentido!), destempera a vida. De outro, o dever,  aquela agenda permanente que nos invoca compromissos e comportamentos.

Quanto prazer há em não cumprir um dever:“Devo fazer, não nego, faço quando puder.”

(Adriana Araf)

 

Às vezes temos que deixar que a vida se encarregue dos detalhes.

E muitas vezes do principal também…

(Adriana Araf)

 

Dormir: mereço.

Acordar: agradeço.

(Adriana Araf)

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