A Verdadeira Filosofia de Vida

Trabalhar com nobreza, esperar com sinceridade, sentir as pessoas com ternura, esta é a verdadeira filosofia:

1 – Não tenhas opiniões firmes, nem creias demasiadamente no valor das tuas opiniões.
2 – Sê tolerante, porque não tens certeza de nada.
3 – Não julgues ninguém, porque não vês os motivos, mas sim os atos.
4 – Espera o melhor e prepara-te para o pior.
5 – Não mates e nem estragues, porque não sabes o que é a vida, exceto que é um mistério.
6 – Não queiras reformar nada, porque não sabes a que leis as coisas obedecem.
7 – Faz por agir como os outros e pensar diferentemente deles.

(“Anotações de Fernando Pessoa”)

A arte da Prudência

Boa frase dita hoje, pela manhã, por alguém que terá muita responsabilidade pela frente: “Vamos devagar, porque estou com pressa”.

Daí se complementa com Saramago “Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo“.

 

A lista de sobrevivência de Pi

 

fonte: http://oqueoslivrosmedizem.blogspot.com.br

 

Mensagem um tanto divina

“Não reclame de nada. Nem de si mesmo e nem dos outros. Você fez o melhor pelas condições de tempo e de modo à época. O outro é um similar, com defeitos e medos estruturais. Aquieta teu coração. Agradeça absolutamente todos os dias pela dádiva de viver. E, sobretudo, tenha uma certeza: você não está sozinho, embora seu coração às vezes teime em dizer o contrário e seus olhos, incrédulos, não vejam nada do que vem acontecendo milagrosamente em sua história.”

(Adriana Araf)

Uma passagem de um livro interessante

Ganhei de presente A Era da Loucura, de Michael Foley. Tratando de filosofia, literatura, psicologia e neurociência,  a obra é uma daquelas marcantes que a cada frase o leitor pára, reflete e volta diferente ao texto inteligente. E sai melhor.

Profunda uma das citações encontradas no capítulo O absurdo do envelhecimento, no qual há uma abordagem da morte e sua presença tão intensa na própria vida. E de sua aceitação, claro. Mortes acontecem a todo momento. E vida igualmente. Tudo um processo bem natural:

“Veja como é transitória e trivial toda vida normal: ontem uma gota de sêmem, amanhã um punhado de cinzas. Portanto, passe esses fugazes momentos na terra como a natureza os teria passado e depois parta para o seu descanso de bom grado como um fruto que cai quando é sua estação, como uma benção para  a terra que a gerou, como forma de agradecimento pela árvore que lhe deu vida”.

(Adriana Araf)

 


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