O agora

 

“Não há nada de novo que não seja espera. Espera cheia de cansaço, de dúvidas, de medo, de expectativas. Espera desidratada. Números confundem e assustam. Mãos quentes distantes e abraços adiados. A comida posta na mesa já não tem o sabor esperado. Silêncio obrigatório. Gritos embutidos. Portões sem barulhos, cães que não ladram. A mãe de muitos indo embora. Tempos doloridos. Tudo tão perto. Tudo tão longe”.

Adriana Araf

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