Movimentos…

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“Eu não gosto muito de vento, mas quando ele bate em seus cabelos, eu sou capaz de me fascinar pelas ondas frescas que ele causa. Eu não gosto muito de sol, mas quando ele se reflete em você, eu sou capaz de ficar embaixo do escaldante até morrer de insolação. Eu não gosto muito de chuva, mas quando ela cai e você chega sob encharque pedindo abrigo e um chá quente, eu sou capaz de implorar a Zeus que mantenha todo o século molhado. Eu gosto do inverno, porém nele você some. Você é de estações destemperadas. Aí eu fico apartado do mundo, olhando o úmido portão pela janela condensada pedindo que a natureza acelere o tempo das coisas e me traga rápido o que eu não gosto (…)”.

(Adriana Araf)

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