Refaça as malas. Não coloque nada nelas…

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“Faça pouca bagagem (ou nenhuma!), caso tenha vontades belas que superem seus medos. Vontade de ir, de conhecer, de pisar em solos novos e experimentar novos temperos. Tomada a decisão de seguir, reúna o mínimo do mínimo e, de preferência,  se houver desvio da mala, não seja o fato alheio suficiente para gerar nenhum sentimento de perda. Leve para suas novas etapas de vida a leveza. Essa sim cabe em qualquer lugar. O restante é coisa empoeirada que vai dar trabalho para revitalizar. Inove-se…”

(Adriana Araf)

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