Continuidade

“É a sutil recomendação de Sun Tzu, datada do século IV a.C “dominar as artes dos caminhos longos e dos caminhos curtos”. Nós, seres humanos, fazemos certa confusão ao trilhar nossos caminhos, enveredando-se pelos curtos, quando, na verdade, o longo associado à paciência dos passos seria o recomendado. A famosa contenção dos impulsos, avaliação das pedras que impedem o movimento da caminhada, levantar dos tropeços e das inevitáveis quedas, aprender a apreciar as trilhas e a descansar para reunir forças nas pernas e na mente, sempre com a certeza de seguir adiante independentemente dos obstáculos e das paisagens secas. Continuar, em reposta à vida que reivindica essa condição a ela inerente.”

(Adriana Araf)

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