O que perdemos

Do livro “O que perdemos”, de Zinzi Clemmons, página 112: “A minha mãe está morta. Mas ainda a vejo. Mas ainda a sinto. Ainda consigo ouvir-lhe a voz até nesse preciso momento em que vos falo. Mas ela está morta. … Continue lendo

Mesmo assim, viajamos…

“Seja você pobre, remediado ou rico, viajar sempre significa viver temporariamente muito além de suas posses. Esse é o barato — e o caro — de qualquer viagem. Multiplicando a diária do seu hotel por 30 você vai ver que … Continue lendo

Feliz dia, mãe

“O melhor dos mundos é ver suas mãos abrindo a porta que há tempos fechei em busca de outras. O melhor dos sabores é não esquecer o paladar de sua comida quente, feita especial, naquele fogão velho e areado.  O … Continue lendo

No café…

“Naquele café de canto, discreto, com árvores enormes e pequenas mesas, os dois conversavam. Algo estava no ar. Não era apenas o aroma da bebida vulcânica sobre a mesa e nem a toalha bordada por alguém que dedicou dias naquela … Continue lendo

A arte de ser feliz

“Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma … Continue lendo


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