Guia para viajar pelas florestas dos sentidos

adriana foto

O que é o caminho? anúncio de partida escrito em folhas que o pó desenhou.O que é a árvore? lagoa verde cujas ondas são o vento. O que é o vento? alma que não quer habitar o corpo. O que é a morte? carro que leva do útero da mulher ao útero da terra. O que é a lágrima? guerra perdida pelo corpo. O que é o desespero? descrição da vida na língua da morte. O que é o horizonte? espaço que se move sem parar. O que é a decepção? espinho que sangra nas lembranças. O que é a coincidência? fruto na árvore do vento caindo entre as mãos sem se saber. O que é o não sentido? doença que mais se propaga. O que é o medo? paralisia que avança. O que é a memória? casa habitada só por coisas ausentes. O que é a poesia? navios que navegam, sem portos. O que é a metáfora? asa aliviando no peito das palavras. O que é o fracasso? musgo boiando no lago da vida. O que é a surpresa? pássaro que escapou da gaiola da realidade. O que é a história? cego a tocar tambor. O que é a mocidade? chegada barulhenta. O que é a velhice? partida silenciosa. O que é a sorte? dado na mão do tempo. O que é a linha reta? soma de linhas tortas invisíveis. O que é o umbigo? meio caminho entre dois paraísos. O que é o tempo? veste que usamos sem poder tirar. O que é a melancolia? anoitecer no espaço do corpo. O que é o sentido? início do não sentido e seu fim.

(POEMAS, de ADONIS, Ali Ahmad Said)

Manto de Água

Olha só,
Parece que a vida passou
passou por nós,
deixando um manto de água
Na minha voz…

https://www.youtube.com/watch?v=_lXAGnWI5iE

 

 

O luto pela velha normalidade: como superar o fato de que nossos projetos desapareceram

adri praia

Quando brindamos a véspera de Ano Novo e pensamos em nossos desejos para 2020 havia muitos projetos a realizar. Este seria o ano em que prestaríamos concursos públicos. Em que celebraríamos o nosso casamento. Em que tentaríamos ser pais pela primeira vez ou de novo. Em que compraríamos um apartamento.

(…) No início da crise os conflitos eram outros, mas agora que a “nova normalidade” se aproxima, chegou a hora de enfrentar muitas realidades, que vão desde a incerteza em relação ao trabalho, especialmente depois dos milhões de Expedientes de Regulação Temporária de Empregos (ERTE) ou demissões, até mudanças na vida pessoal, como gravidezes não desejadas ou rupturas que tampouco esperávamos.

A pandemia não apenas nos obrigou a cancelar viagens, shows ou viagens com amigos. Isso é o de menos. Levou-nos a mudar alguns dos nossos planos de vida. E agora?

“Voltaremos a uma realidade diferente daquela que deixamos quando o confinamento começou”, insiste o psicólogo Miguel Ángel Rizaldos. Embora isso não signifique que tenhamos que nos deixar levar pela negatividade. “A tolerância à frustração, a capacidade de adaptação e a resiliência são características muito humanas, que podem facilitar a adaptação a essa nova realidade”. Claro, não é uma tarefa fácil.

Resiliência à incerteza

Gostamos de pensar que estamos no controle das coisas e é por isso que adoramos planejar. Mas a realidade é que todos esses planos nem sempre serão realizados. Pode ser que aceitar que tenhamos de nos readaptar não seja algo novo, mas que a situação mude repentinamente, e para tanta gente, é algo com o qual não estávamos acostumados.

“Estamos em uma situação imposta, à qual tivemos que nos adaptar da noite para o dia, e isso acarretou muitas circunstâncias repletas de estresse, incerteza, medo, incerteza, ansiedade…”, observa a também psicóloga Judith Viudes. Apesar disso, insiste que não se deve se deixar levar por pensamentos catastrofistas, mas é preciso assumir que é algo totalmente normal. “A vida não é um contínuo estático, vivemos em uma constante mudança”.

Por isso, assim como falamos que essa crise nos fez valorizar mais as pessoas que amamos ou os pequenos prazeres, outra lição a aprender é exatamente esta: devemos aprender a ser mais resilientes para enfrentar as mudanças imprevistas.

“Na pandemia experimentamos esse golpe de realidade, mas não sei se aprendemos que a vida é muito mais incerta do que o nosso cérebro gostaria. Não temos tanto controle sobre o nosso futuro quanto acreditamos, o percentual de incerteza é maior que o controle que pensamos ter”, insiste Miguel Ángel Rizaldos.

Aceitar não significa se resignar

A primeira coisa a ter em mente é que, embora enfrentar mudanças seja um processo da vida, é lógico e necessário sentir-se mal com a perda desses planos de vida. “É preciso aceitar que temos emoções negativas por causa dos projetos que não serão realizados. É normal, natural e até saudável que você sinta tristeza e/ou ansiedade com a perda.”

“É preciso aprender a trocar a resignação pela aceitação”, acrescenta nesse sentido Judith Viudes. Em outras palavras, resignar-se significa “ficarmos paralisados com uma série de pensamentos negativos repetidamente, o que faz com que de alguma forma fiquemos imóveis e passivos. Ficamos estagnados.” Em vez disso, a aceitação passa por “mudar nosso diálogo interno e entender que aceitar a situação é o começo da mudança.” Como resume Viudes, a chave é “parar de se preocupar para começar a se ocupar”.

Não dramatizar, mas adaptar

No final, embora existam projetos importantes que são difíceis de adiar, também é preciso avaliar que outros só precisam ser reinventados. “Alguns planos terão de ser descartados até um momento melhor, outros poderão se adaptar aos novos tempos e faremos novos planos que se ajustem melhor a esta nova realidade”, observa Rizaldos.

Para isso é importante saber como lidar com a frustração. Em tempos de incerteza, a impaciência não é a melhor das companheiras. Portanto, embora seja preciso aceitar essas emoções negativas, é necessário digerir isso “para continuar avançando com projetos diferentes ou modificados”.

Embora existam situações em que é impossível ver o lado bom, e não nos reste outra opção a não ser administrá-las dentro de nossas possibilidades, como o fechamento do nosso negócio, outras podem acabar sendo uma oportunidade. Por exemplo, o confinamento o nos levou a tomar a decisão de terminar um relacionamento, talvez no longo prazo tenha sido o melhor.

“Agora, mais do que nunca, trata-se de viver o momento e ver como essa nova realidade evolui para nos adaptarmos a ela. O ser humano é muito resistente e é capaz de seguir em frente nas situações mais adversas. O importante não é cair, mas voltar a se levantar”, conclui Rizaldos.

fonte: El País, Sílvia C. Carpallo

Vai passar…

Sonhar com ventania: o que isso significa? Veja aqui!

“Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada ‘impulso vital’. Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como “estou contente outra vez”.

Caio Fernando Abreu

101 Dicas de Bem Viver

adri praia

  1. Se todos vão numa direção, vá em outra por experiência. Se não deu certo, retorna. Caminhos percorridos sempre irão acrescentar algo.
  2. Leia um livro toda semana. Não apenas ficção, mas também não-ficção, autoajuda, fantasia, filosofia, metafísica, psicologia, etc…
  3. Abra sua mente para novos gêneros de livros a cada 2 meses e força a ler os melhores no gênero de descoberta. Se você gostar do livro, pegue outro parecido e leia.
  4. Veja um filme aclamado pela crítica toda semana. Não apenas filmes de Hollywood, mas também francês, germano, indiano, australiano, britânico, japonês, chinês, coreano e etc…
  5. Abra sua mente para novos gêneros de filmes e para filmes de países diferentes a cada 2 meses.
  6. Faça treinos de resistência ao menos 4 vezes por semana.
  7. Tente parar de comer qualquer comida mercantil.
  8. Olhe os ingredientes antes de comer alguma coisa (Por exemplo, Nutella possui quase 60–70% de açúcar, geleia algo entorno de 48%, e assim por diante). Esteja informado acerca do que você coloca dentro de seu corpo.
  9. Não ouça pessoas que dizem “é momento para se comer a vontade” quando você está na adolescência ou nos vinte anos. Você pode comer qualquer coisa a qualquer idade se você construir um estilo de vida entorno de exercícios físicos e alimentação saudável e nutritiva.
  10. Se alguém diz a você que não pode fazer alguma coisa, e você quer fazê-lo (se você acha que pode), vá em frente e faça. Vá em frente e tenha todo o prazer em provar que estão errados sobre você (não há prazer mais doce na terra). E, se der errado, coloque no seu currículo de experiências.
  11. Durma pelado.
  12. Abrace seu  (sua) amado(a).
  13. Abrace seu corpo como um todo. Não fatie em diferentes partes e as veja com orgulho, enquanto vê outras com vergonha.
  14. Abrace sua vida como um todo. Não a fatie em pedaços (presente, passado e futuro). Pare de abordar sua vida em partes, vendo algumas com orgulho e outras com vergonha (mesmo que sinta vergonha dela toda).
  15. Pare de moldar seu corpo ao padrão de beleza estabelecido pelas pessoas ao seu redor. Estabeleça seu próprio modelo. Engorde se quiser. Entre em forma se quiser. Fique trincado se quiser. Fique musculoso se quiser. Faça agachamentos regularmente e fique com uma bunda enorme se é o que você quer. Tenha certeza de que está pronto para encarar as consequências do que quer que você tenha escolhido perseguir após decidir o que realmente quer (engordar não vem com muitas consequências boas). Em suma, pare de viver sob os padrões que outras pessoas te estabeleceram. Comece a estabelecer seus próprios padrões.
  16. Não respeite alguém só porque é mais velho que você. Pessoas estúpidas também envelhecem. Respeite os seres humanos em geral, independentemente da idade — por simples cortesia. Qualquer coisa disso deve vir da humildade, empatia e aceitação.
  17. Se você é casado(a) (ou se você está em um relacionamento), não importa onde você sinta apetite, desde que você vá para casa comer.
  18. Algumas vezes você não pode ter tudo. Lide com isso ou rompa com isso.
  19. Algumas vezes você não pode ter tudo. Faça o que você faz melhor ou veja a si mesmo falhando ao tentar fazer tudo de uma vez.
  20. Algumas vezes — não ter tudo, não fazer tudo de uma vez — há situações em que você não é o único envolvido — principalmente em relacionamentos. Se não há felicidade a dois, vá embora.
  21. Faça alguma coisa que você ama, ao menos duas horas por dia.
  22. Tenha um momento “sem tecnologia” ao menos quatro horas antes de ir para a cama. Sem celulares, sem redes sociais, sem computadores, sem TV, nada. Apenas você, provavelmente livros, ou provavelmente amigos/família/esposa/filhos e apenas converse, coma, beba e alegra-te.
  23. Beba com moderação. Preferencialmente, pare de beber.
  24. Nem pense em fumar com moderação. NUNCA fume. Não fume mesmo que um “amigo” lhe provoque a fazê-lo. É melhor “não experimentar” algumas coisas em toda sua vida.
  25. Frequente a natureza ao menos duas vezes por semana, uma hora em cada vez.
  26. Agradeça a sua comida por nutri-lo, antes de comê-la.
  27. Reserve 4 horas para um silêncio completo um dia por semana. Nestas 4 horas, vá a um espaço sereno e pacífico — em sua casa, ou algum outro lugar e sente silenciosamente — observe tudo que está acontecendo — em ambos os espaços, dentro e fora [de você].
  28. Tire muitas fotos.
  29. Veja comédia, preferencialmente meia-hora todo dia.
  30. Aprenda algum instrumento que não é tradicional, como violoncelo, clarinete, saxofone, bandolim, banjo e etc. Isso renovará seu cérebro. Ao menos uma hora de prática todo dia fará com que se sinta em paz, relaxado e empolgado para ir trabalhar no resto do dia. Ao longo dos anos, você dominará o instrumento e verá a sensação de amor-próprio crescer; verá seu cérebro esticando-se; e perceberá que você pode fazer qualquer coisa em que persista!
  31. Ensine o instrumento uma vez que o aprendeu. Passe o conhecimento adiante.
  32. Vá a um orfanato, asilo ou a um hospital infantil, quando for possível. Converse com eles. Ouça histórias. Consiga alguma ajuda a eles se você puder.
  33. Diga às pessoas que ama que você as ama.
  34. Mais importante ainda, demonstre que você as ama.
  35. Não tome nada como garantido.
  36. Se alguém não te valoriza do jeito que você sabe que merece ser valorizado, caia fora.
  37. Se você é uma opção a alguém que é prioridade a você, despriorize esse alguém.
  38. Não faça jogos com os sentimentos de alguém. Seja direto e objetivo acerca de seus sentimentos e intenções.
  39. Se você sabe que alguém te manipula, ou caia fora ou confronte.
  40. Se você sabe que alguém dá tudo que tem por você, com pouco retorno de sua parte, deixe de ser assim e vá demonstrar que você se importa e entende o que significa para a pessoa.
  41. Minimize a quantidade de tecnologia que você possui.
  42. Tenha um bom travesseiro. E colchão. E cobertor.
  43. Se você não usou alguma coisa por um ano, livre-se disso.
  44. Não compre algo se isso não é imediatamente necessário ou urgentemente necessário. Em traços simples: não compre nada por luxúria.
  45. Apadrinhe a educação de uma criança, se a sua renda puder investir no mundo.
  46. Se você é homem, barbeie-se todo dia e corte seu cabelo uma vez a cada três meses. Remeta-se ao tópico 15 se você não gosta desta dica.
  47. Se você é mulher, você sabe o que fazer
  48. Beba de água suficiente todo dia.
  49. Mate sua televisão.
  50. Cozinhe com alho.
  51. Anote suas bênçãos e as coisas pelas quais é grato todo dia antes de começar o dia.
  52. Prefira as qualidade em vez dos defeitos — em pessoas, situações, coisas. (Com os cães você não tem o que preferir).
  53. Adote um cachorro (ou um gato se você prefere gatos). Ou uma planta. Seres vivos diferentes de você.
  54. Caia na estrada ao menos uma vez a cada 6 meses. Acumule pontos por visitar lugares onde você, nem mesmo remotamente, já esteve em sua vida.
  55. Engula seu orgulho e peça ajuda, se você não pode fazer alguma coisa sozinho.
  56. Engula seu orgulho e deixe que as pessoas te ajudem, se se oferecerem para tanto.
  57. Leia poesia. Você aprenderá a ver beleza nas coisas mais simples.
  58. Não leve a si mesmo tão a sério. Também não pegue tão leve consigo. Mantenha um equilíbrio entre a auto-ironia e a autoafirmação.
  59. Bote uma música maluca e dance como se fosse seu último dia de vida. Sinta-se chapado pela música e pela dança.
  60. Ligue o Karaokê e solte a voz. Cante alto.
  61. Chore. Chore alto. Ponhe para fora.
  62. Ria. Ria alto. Ria o mais que puder. Ria o quanto você quiser.
  63. Cozinhe para você ao menos duas vezes por mês. Seja lá o que quiser. Pegue uma receita, planeje de antemão, consiga os mantimentos necessários no dia escolhido, prepare-os, acorde cedo e comece a cozinhá-los (Com um bom jazz ou uma música clássica ainda por cima!).
  64. Fique longe do “normal”. Em tempos difíceis, o “anormal” vai assim sendo diluído mais fácil. Não será um baque, quero dizer.
  65. Exclua os babacas de sua vida — mesmo que seja alguém da família.
  66. Beba uma dose de vinho-tinto depois do jantar (50ml).
  67. Ligue para seus pais ao menos uma vez por semana.
  68. Visite-os ao menos uma vez por mês. Se forem falecidos, ore por eles todos os dias.
  69. Desligue-se e desconecte-se da sociedade ao menos por uma semana a cada 6 meses (embora uma vez a cada dois meses seria excelente). Como? Provavelmente ir acampar sem tecnologia ou dispositivos eletrônicos com você. Coma, durma, saia, faça amor, leia histórias, leia livros (sem Kindle, livros de verdade!), conte histórias sobre alienígenas, fale sobre o universo interestelar, fale sobre qualquer coisa, mime, saia outra vez, faça alguma coisa impulsiva, explore novos caminhos ou apenas conheça-te a ti mesmo (se você é solitário).
  70. Não seja um capacho.
  71. Observe mais do que exponha.
  72. Dê a você antes de dar aos outros (sobretudo amor).
  73. Quando você der alguma coisa aos outros, não fique lembrando da coisa. Ela não mais te pertence.
  74. Não empreste dinheiro, especialmente a amigos. Se você der dinheiro a amigos, considere isso um presente que está a dar-lhe. Caso contrário, você perderá seu amigo aos poucos.
  75. Fale algumas coisas boas sobre alguém de quem está falando. Filtre as coisas ruins.
  76. Tome apenas as coisas boas quando estiverem falando de outra pessoa. Filtre as coisas ruins.
  77. Pare de se queixar junto aos “queixosos” — aqueles que sempre têm alguma coisa para se queixar.
  78. Pare de postar status indiretamente a alguém no WhastApp ou Facebook. Se você tem coragem, diga-os diretamente. Caso contrário, distancie-se. Não seja estúpido.
  79. Pare de discutir seus problemas. Muitas pessoas estão contentes que você tem problemas. Outros nem se importam. Não faz sentido discuti-los. Ou lida com isso ou apenas pare de se preocupar com eles.
  80. Chore o quanto quiser. Mas certifique-se de que é a última vez que chora pelo que está chorando. Com exceção da saudade, chorar pelo que de ruim te fizeram é irrigar a dor com sua energia.
  81. Ria o quanto quiser. Mas certifique-se de que não é a última vez que você ri sobre o que está rindo.
  82. Uma vez por semana, não olhe o relógio um dia inteiro. Apenas faça o que você quer fazer.
  83. Deixe o país se você não está feliz nele.
  84. Pare de ver coisas onde não tem. A desconfiança exagerada te deixará sozinho.
  85. Deixe as crianças brincarem. Deixe seus filhos serem crianças. Dê a eles uma grande tela para eles pintarem — ambos, literal e metaforicamente.
  86. Ouça a diferentes gêneros de música todo mês. Abra sua mente para diferentes gêneros e force a si mesmo a ouvi-los por um mês até querer explorar outros. Se você não gostou após um mês, pare. Se você amou após um mês ou mesmo antes disso, explore mais do gênero.
  87. Comece um diário — sobre o cotidiano e seus sonhos noturnos. Mantenha um diário separado para escrever sobre os sonhos que tem enquanto dorme, escreva-os o mais cedo que puder ao acordar, o mais que lembrar. Lentamente, você desenvolverá lucidez e poderá explorar sonhos lúcidos.
  88. Fale com pessoas que não são como você — pessoas com uma mentalidade oposta, um estilo de vida oposto e etc. Aprenda com o diferente.
  89. Ame ele(a) como se ele(a) pudesse ser tirado(a) de você a qualquer momento.
  90. Trate ele(a) como se ele(a) fosse ficar com você até o fim do seu universo.
  91. Coloque 50% de seu rendimento fora de alcance antes que possa gastá-lo em qualquer coisa.
  92. Uma vez por mês, satisfaça-se em atividades do tipo “faça você mesmo”, algum tipo de projeto, e envolva toda sua família — seus filhos, sua esposa, você mesmo, seus pais e qualquer um de sua família que esteja em sua casa no dia. Alegra-te, coma bem, jante bem, beba vinho, cante Karaokê e conte histórias ao final do dia, como a marca de celebração do projeto realizado.
  93. Vá e brinque com seus filhos. Se você é uma criança, apenas vá brincar lá fora.
  94. Encharque-se de suor, aproveite o verão, assim que for possível. Com um copo de chá-quente e um livro no parapeito da janela, aproveite o inverno!
  95. Esteja presente no momento. Não deseje por alguma coisa futura agora — você irá querer alguma coisa lá no futuro, quando você tiver o que você quer para o futuro. Então, comece a pratica de saborear o momento, enquanto trabalha por aquilo que você quer. Você será sempre mais feliz.
  96. Seja grato por aquilo que você tem. Muitas pessoas não tem o que você tem.
  97. Seja grato também por aquilo que você não tem. Muitas pessoas sofrem por ter o que você não tem — direta ou indiretamente.
  98. “Gaste” tempo e não dinheiro com seus amores.
  99. E, se tiver dinheiro, invista neles.
  100. Sempre dê o melhor de si em qualquer coisa que faz.
  101. Sempre faça mais do que pretende. Seu papel é maior do que você pensa.

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